Como já foi abordada a ideia deste projecto, agora vou tentar mostrar de forma geral o material que vai ser usado nos dois computadores, sendo que a única alteração de componentes encontra-se no “servidor” de Internet.
“Servidor” de Internet
Motherboard Gigabyte G31M-ES2C com um Pentium D E6300 2.8GHZ e kit 4 GB de memória – 2x2GB Corsair CMS2.
O cooler inicialmente vai ser o OEM da Intel, mas deverá ser alterado para algo mais eficiente e a fonte nem sei ao certo qual é mas deve ser uma EuroSilent de 420W ou por aí lol, mas se vir que não é grande espingarda ainda tenho aqui uma Q-Tec de 450W encostada.
A gráfica e a placa de som são as onboard.
Os discos vão os dois que já estou a usar, um MAXTOR de 160GB SATA I e um Western Digital de 250GB SATA II.
A unidade óptica é um Plextor PX-708A que acaba por só ser usada para gravar algumas músicas em CD-R para ouvir no BMW.
Ficam aqui fotos do material novo que adquiri:
P.S. A configuração actual que vai ser substituída é composta por uma Board Asrock Dual-VSTA com um Pentium D 930 a 3GHZ e 2GB de memória – 2x1GB (não me lembro da marca). A gráfica é uma Asus 6600GT AGP e a placa de som onboard. Os discos são os referidos em cima.
Computador de jogos
Motherboard Gigabyte GA-965P-DS3 com um XEON 3050 (se não estou em erro) e 4 GB de memória – 2x2GB Team Elite.
O cooler é um Tuniq e a fonte uma Super Flower SF-600R14A.
A gráfica é uma Sapphire X1950XTX (master) e a placa de som uma Creative Audigy 2.
Os discos são dois, um Maxtor 320GB SATA II e um Maxtor 120GB ATA 133.
A unidade óptica é um NEC AD-7173A.
Fora os componentes “electrónicos” optei por fazer um bocado de reciclagem e usar algumas peças de torres velhas que tenho por aí encostadas.
Consegui aproveitar a base onde se fixa as motherboards de uma torre bastante antiga que tinha na terra, pois a mesma era amovível e sobretudo porque a parte onde se fixa a placa gráfica e afins estava presa à base, o que me vai facilitar e muito a parte de fixar essas placas. Podem ver essa base em cima do sofá numa foto mais à frente onde se vê parte de uma almofada vermelha em cima de um sofá.
Depois, ontem andei literalmente a desfazer duas outras torres que tinha por aqui. As mesmas já tinham sido alvo de intervenções cirúrgicas para fixar ventoinhas e aumentar o airflow e como o seu destino era a lixeira mais dia menos dia, o prejuízo não foi nenhum e assim poupei na compra de algumas partes ou material para construir essas partes.
Ficam aqui as fotos das duas torres velhas que esventrei:
E o aspecto do estaleiro durante os trabalhos:
De certa forma inicialmente optei por remover apenas alguns rebites para assim poder retirar as bases onde se fixam as motherboards, mas depois aproveitei para remover tudo o que poderia vir a ser usado, tal como fichas e cabos frontais e umas molas interessantes.
Da caixa preta acabei por não aproveitar quase nada… apesar de inicialmente me parecer ser a que tinha a base mais viável de ser usada. Acabei por meter a mesma de parte por ser muito grande (é a que se vê do lado direito na foto onde se vê um dremel).
No entanto no fim acabei por retirar a “gaiola” de fixação dos discos pois pareceu-me mais prática para ser fixada na base. A gaiola vê-se ainda ao alto na torre, na foto onde se vê um pedaço do sofá com uma almofada vermelha. O maior defeito da mesma é que é composta por duas partes e não uma só o que levará a um trabalho mais apurado na altura de a fixar na base. Fora isso o rebordo da gaiola está enrolado o que me obrigou a desenrolar essa parte para conseguir ter um bom ponto de fixação na futura base.
Fica aqui a foto da coisa com um lado enrolado e outro já desenrolado:
Agora que já removi o que podia e tenho os componentes para montar, decidi meter tudo em cima de uma mesa branca de campismo (que tinha ali num canto) pois a mesma tem quase as mesmas medidas que o local onde vai ser tudo colocado.
O problema maior deste projecto consiste em decidir qual a melhor posição para colocar os diversos componentes, tendo em conta pelo menos os seguintes factores:
- Espaço disponível;
- Acessibilidade aos componentes sem ser necessário remover completamente a base (vai ser de correr);
- Distância entre os componentes para que a cablagem chegue aos sítios devidos;
- O factor aquecimento global da coisa;
- O factor poeira / afastar do chão o máximo possível.
Sendo assim comecei então a idealizar e a dispor os diversos componentes em cima da mesa para encontrar a melhor disposição.
Não se percebe muito bem, mas entre o dremel e a fonte de alimentação está um risco na mesa, o qual indica os 60 cm de profundidade que tenho disponíveis para a base. Em altura a mesa tem cerca de 58 cm o que é muito perto dos 62 cm que tenho na bancada, logo posso usar o seu tamanho todo.
Nessa foto e na seguinte dá para perceber que a base onde fixei a motherboard para o “servidor” é muito grande e vai ser necessário cortar um pedaço da mesma. Isso não será problema pois a motherboard não ocupa a base toda e como tal retirar mais pedaço menos pedaço é igual ao litro.
Entre as motherboards e as fontes podem verificar três gaiolas diferentes que retirei das torres, sendo que a que mencionei anteriormente será a utilizada por ser a maior e a mais prática (cabem lá os 4 discos devidamente espaçados entre eles). Os discos ficarão colocados conforme o disco que se pode ver na gaiola por cima da fonte com a ventoinha grande.
Como isto vai ficar ao alto é preciso ter em atenção a deslocação habitual do ar quente, ou seja, ter em atenção que o mesmo sobe e também ter em atenção a sucção das poeiras do chão.
Pensando nesses pressupostos optei por colocar o “servidor” na parte de cima já que é o que irá estar mais tempo a trabalhar. Mais alto menos poeira suga e não envia tanto ar quente para o outro computador que está desligado.
É certo que o computador dos jogos estando ligado e sendo “mais potente” irá sugar mais ar (do chão) e enviar mais ar quente para cima, ou seja, para o “servidor” que já estará por defeito quente de estar sempre ligado.
Colocar um ao lado do outro acabou por me parecer ser a solução óbvia mas na prática é pouco viável devido à falta de espaço em profundidade.
Como o ar vai circular no sentido motherboards -> fontes irá levar algum ar quente para a zona dos discos, os quais terão de ser arrefecidos adequadamente mas ainda não sei como (talvez com a adição das ventoinhas na parede lateral da bancada).
Colocar os discos antes das motherboards poderá ser uma opção para que os mesmo apenas levem com o ar fresco vindo das ventoinhas da porta e não depois de já ter passado pelas motherboards, mas ainda terei de ver isso melhor devido a ter de verificar o espaço que as ventoinhas irão ocupar (ainda não decidi quais serão).
Fora isso na porta talvez coloque as drives ópticas (gravadores) e um controlador de fans, mas ainda não visualizei bem a coisa para decidir se prefiro ou não que fique tudo escondido no interior.
É certo que se for um controlador visualmente engraçado o mesmo fica mais agradável se ficar embutido na porta, mas assim irá provavelmente inviabilizar o deslizar para fora da base para futuras manutenções e limpezas e isso é algo de que não pretendo abdicar (poder deslizar a base para fora) pois pretendo que a limpeza do sistema todo e da torre seja bastante fácil.
Antes de vos deixar aproveito para indicar que o Tuniq ocupa quase 18 cm em altura (que neste caso passa a largura) já em cima da base metálica (vai ser a parte mais alta do sistema todo), logo não é problema para os 25 cm que tenho disponíveis em largura.
Fazendo umas contas por alto, temos 18 cm de largura (equipamento) + 2 cm (base onde ficará preso o material) + 2 cm de espaço (entre a base e a parede da bancada) = 22 cm, logo sobram cerca de 3 cm entre o topo do Tuniq e a parede da bancada.
Pode não parecer muito mas na caixa onde estava o espaço não era maior.
Dou por terminado mais esta parte.













parabéns pelo blog, assuntos interessantes , bem distribuidos! Bjs..